Este blog é um espaço cultural que tem por objetivo mostrar fatos atuais e aspectos importantes da área de artes. É mantido por alunos de uma turma de nono ano do Ensino Fundamental Maior. Foi construído com o objetivo de levar à sociedade um conjunto de informações e conhecimentos; realizar associações, produzir textos criativos e despertar a consciência crítica.
Pesquisar este blog
terça-feira, 5 de abril de 2011
Acervo artistico
Em permanente expansão, o acervo vem sendo formado desde fins dos anos 1990 e possui hoje relevância mundial, reunindo obras realizadas por algumas das vozes artísticas mais potentes da atualidade. Para o Inhotim, é importante trabalhar com artistas de diversos contextos culturais para criar a única coleção de arte contemporânea verdadeiramente internacional com acesso ao público no Brasil.
Uma das principais estratégias adotadas pelo Inhotim para a ampliação de seu acervo é oferecer aos artistas a oportunidade de criar obras especialmente para a coleção, muitas vezes realizando projetos artísticos site-specific em diálogo com as características naturais e culturais do lugar. Inhotim também busca identificar obras singulares para incorporar à coleção, criando construções para exibi-las de forma permanente, e tem colecionado em profundidade artistas das novas gerações, reunindo conjuntos significativos de suas obras.
As grandes obras de Inhotim
Grande parte das obras expostas no Inhotim diz respeito a instalações permanentes, e muitas delas foram realizadas dentro do conceito de site-specific. Ao serem convidados, os artistas desenvolvem projetos especialmente para o Inhotim, levando em conta características naturais e culturais do local. Essas obras resultam, muitas vezes, de vários anos de trabalho, envolvendo um estreito diálogo entre artistas, curadores, arquitetos, paisagistas, produtores e outros técnicos envolvidos.
A oportunidade oferecida aos artistas de realizarem aqui projetos de complexa instalação e manutenção é um grande diferencial do Inhotim no contexto internacional. Uma série de obras com essas características foi inaugurada em 2009, entre as quais se encontram Sonic Pavilion (2009), de Doug Aitken, De lama lâmina (2009), de Matthew Barney, e Piscina (2009), de Jorge Macchi.
Assim como as obras site-specific, as esculturas expostas em meio ao jardim estão essencialmente associadas ao local onde foram permanentemente instaladas. Ao inserir uma escultura, artistas e curadores pesquisam a localização que ofereça melhores condições às especificidades do trabalho, estabelecendo um diálogo entre obra e entorno.
Inhotim possui ainda galerias e pavilhões construídos especialmente para abrigar de forma permanente trabalhos de um determinado artista. As Galerias Cildo Meireles e Adriana Varejão, inauguradas, respectivamente, em 2004 e 2008, expõem um seleto conjunto de obras desses dois grandes nomes da arte contemporânea brasileira. Já a Galeria Doris Salcedo, inaugurada em 2008, foi projetada para abrigar uma única obra, Neither (2004), da artista colombiana, seguindo o modelo da Galeria True Rouge, de 2004, dedicada à obra homônima de Tunga. As obras La intimidad de la luz em St Ives (1997), de Victor Grippo, e Continente/Nuvem (2007), de Rivane Neuenschwander, foram instaladas em construções remanescentes de uma antiga fazenda, especialmente restauradas para recebê-las, e inauguradas em 2008 e 2009, respectivamente.
http://www.inhotim.org.br/index.php/arte/exposicao/view/2
Arte Contemporânea
Pavilhões abrigam exposições permanentes de Tunga e Cildo Meireles. Em março de 2008, foram inauguradas duas novas galerias, uma dedicada a obras da artista Adriana Varejão e a segunda para abrigar o trabalho Neither (2004), da artista colombiana Doris Salcedo. Uma série de projetos especialmente comissionados por Inhotim estão atualmente em andamento e envolvem artistas como Doug Aitken, Matthew Barney, e Pipilotti Rist.
Inhotim conta com uma direção artística que pretende responder às próprias características complexas da instituição. A curadoria está a cargo de Allan Schwartzman, Jochen Volz e Rodrigo Moura. O fato de ser dividida entre profissionais, respectivamente, dos Estados Unidos, da Alemanha e do Brasil, é um reflexo de como a instituição pensa internacionalmente, promovendo livre trânsito entre a arte produzida no Brasil e no exterior. Os curadores são responsáveis, conjuntamente, pelas exposições e pela expansão da coleção, além de darem apoio de conteúdo ao desenvolvimento institucional de Inhotim com projetos de educação e publicações, e outros aspectos da política cultural da instituição.A cada ano uma nova mostra é apresentada, com o intuito de divulgar as novas aquisições e criar reinterpretações da coleção, e novos projetos individuais de artistas são inaugurados, fazendo de Inhotim um lugar em constante evolução.
Cursa publicidade na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, em São Paulo.
Em 1983, passa a viver e trabalhar em Nova York. Realiza, desde 1988, séries de trabalhos nas quais investiga, principalmente, temas relativos à memória, à percepção e à representação de imagens do mundo das artes e dos meios de comunicação. Faz uso de técnicas diversas e emprega nas obras, com freqüência, materiais inusitados como açúcar, chocolate líquido, doce de leite, catchup, gel para cabelo, lixo e poeira. Em 1988, realiza a série de desenhos The Best of Life, na qual reproduz, de memória, uma parte das famosas fotografias veiculadas pela revista americana Life. Convidado a expor os desenhos, o artista fotografa-os e dá às fotografias um tratamento de impressão em periódico, simulando um caráter de realidade às imagens originárias de sua memória. Com essa operação inaugura sua abordagem das questões envolvidas na circulação e retenção de imagens. Nas séries seguintes, que recebem, em geral, o nome do material utilizado - Imagens de Arame, Imagens de Terra, Imagens de Chocolate, Crianças de Açúcar etc. -, passa a empregar os elementos para recriar figuras referentes tanto ao universo da história da arte como do cotidiano. Seu processo de trabalho consiste em compor as imagens com os materiais, normalmente instáveis e perecíveis, sobre uma superfície e fotografá-las. Nessas séries, as fotografias, em edições limitadas, são o produto final do trabalho. Sua obra também se estende para outras experiências artísticas como a earthwork e as questões envolvidas no registro dessas criações.
Fonte: Itaú Cultural e http://www.escritoriodearte.com/Vik-Muniz.asp
Vik Muniz
Celacanto Provoca Maremoto
A obra de Adriana Varejão promove uma articulação entre pintura, escultura e arquitetura, revisitando elementos e referências históricos e culturais. Especialmente criada para o espaço a partir de um painel original em apenas uma parede, a obra Celacanto provoca maremoto (2004-2008) vale-se do barroco e da azulejaria portuguesa como principais referências históricas, mas também da própria história colonial que une Portugal e Brasil: afinal de contas aqui estamos nos domínios do mar, o grande elemento de ligação entre velho e novo mundos no período das grandes navegações. Colocados nos painéis formando um grid, os azulejões fazem referência à maneira desordenada e casual com a qual são repostos os azulejos quebrados dos antigos painéis barrocos. Assim, o maremoto e as feições angelicais impressas nas pinturas formam esta calculada arquitetura do caos, com modulações cromáticas e compositivas, remetendo à cadência entre ritmo e melodia.
Cicloviaérea
A produção de Jarbas Lopes inclui escultura, desenho, instalação e performance, e também projetos de cunho conceitual, nos quais o artista trabalha antes o imaginário de uma proposição do que sua realização propriamente dita. É o caso da Cicloviaérea (2003-2004), a rigor um meio de transporte - um plano levemente inclinado, ligando um ponto a outro do trajeto com bicicletas, dispensando assim o uso de combustível. Contudo, tal plano não foi construído, mas, sim, esculturas-bicicletas que são símbolo do projeto. As obras de Jarbas Lopes operam num campo relacionado às margens do capitalismo, valorizando o artesanal e o original e resistindo à massificação crescente do nosso momento histórico.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
ONU: Líbia, Costa do Marfim e Haiti marcam agenda semanal

| Nações Unidas, 4 abr (Prensa Latina) O Conselho de Segurança inicia hoje uma semana marcada pelas crises na Líbia e Costa do Marfim e um debate sobre a situação no Haiti dirigido pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. Nesta segunda-feira, essa instância escutará um relatório do enviado especial da ONU para a Líbia, Abdelilah Al-Khatib, que acaba de sustentar conversas com as autoridades e as forças antigovernamentais nesse país. O emissário reuniu-se na quinta-feira passada em Trípoli com Baghdadi Al-Mahmudi, premiê do governo de Muamar Al Kadaffi, e no dia seguinte o fez em Benghazi com o chefe do chamado Conselho Nacional de Transição, Mustafa Abdeljalil. Nesses contatos o enviado da ONU reiterou a necessidade de cumprir as resoluções 1970 e 1973 aprovadas pelo Conselho de Segurança, nos dias 26 de fevereiro e 17 de março, respectivamente. Esses textos exigiram um cessar-fogo na Líbia e também avançar para uma solução ao conflito, decretaram sanções, entre elas um embargo de armas, e proibiram de viajar e congelaram fundos e ativos de quase vinte pessoas, entre elas Kadafi. Também abriram as portas à imposição de uma zona de exclusão aérea nesse país e aos ataques da aviação dos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha contra as forças governamentais. Desde o dia 1, o Conselho de Segurança está presidido pelo representante permanente da Colômbia, Néstor Osorio, que dirige esse órgão durante este mês. Amanhã essa instância dedicará uma sessão à crise na Costa do Marfim e receberá um relatório do subsecretário geral da ONU a cargo das operações de paz, Alan Le Roy. O conflito marfinense eclodiu depois do segundo turno das eleições presidenciais de novembro passado e se intensificou há uma semana com sangrentos combates entre forças do ex-premiê Alassane Ouattara e do presidente que termina o mandato, Laurent Gbagbo. O primeiro foi declarado vencedor das eleições e reconhecido pela comunidade internacional como presidente eleito, enquanto o segundo se nega a admitir a derrota e a entregar o poder a seu adversário. Na quinta-feira passada, o Conselho de Segurança impôs sanções financeiras e de viagem a Gbagbo, sua esposa e três membros de seu meio governamental. Na próxima quarta-feira, o corpo realizará um debate promovido pela Colômbia sobre a situação no Haiti para destacar a necessidade de acelerar a ajuda a esse país antilhano assolado por um terremoto em janeiro de 2010 e uma epidemia de cólera presente já há seis meses. Entre os participantes do fórum menciona-se o presidente haitiano, René Preval, o ex-presidente norte-americano e enviado especial das Nações Unidas para o Haiti, Bill Clinton, e o secretário geral da Organização de Estados Americanos, José Miguel Insulza. Também estão confirmados os chanceleres de Argentina, Brasil, Colômbia, Cuba, Chile, República Dominicana, Haiti, Peru e Uruguai. http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=277561&Itemid=1 |
domingo, 3 de abril de 2011
ONU - (Organização das Nações Unidas)
Líder militar do Egito se reúne com presidente palestino
Reconciliar os movimentos rivais administrando os assuntos palestinos é visto como vital para qualquer perspectiva de um Estado palestino baseado em acordos de paz com Israel.
Abbas vai manter "negociações importantes" com o marechal Mohamed Hussein Tantawi, chefe do Conselho Supremo das Forças Armadas, disse a agência de notícias egípcia Mena.
O Fatah participou das negociações diretas com Israel mediadas pelos EUA no ano passado, gerando a condenação do Hamas, que tomou Gaza do Fatah em 2007 e é hostil ao Estado judaico.
Israel endureceu o bloqueio a Gaza depois que o Hamas assumiu o controle da região. O Egito intermediou seis meses de negociações entre o Hamas e o Fatah em 2009, o que levou ao esboço de um pacto para um governo de unidade nacional.
O Fatah assinou o pacto, mas o Hamas desistiu, exigindo garantias de reconhecimento internacional.
Abbas, cujo movimento ainda controla áreas da Cisjordânia, disse na semana passada que estava disposto a visitar Gaza para acabar com as divisões e dar o pontapé inicial a um "diálogo global".
Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,lider-militar-do-egito-se-reune-com-presidente-palestino,700925,0.htm
Arábia Saudita condena 5.080 por crimes de terrorismo
Os relatórios não estabelecem um período para as condenações. A Arábia Saudita, com a ajuda de peritos estrangeiros, conseguiu combater uma campanha da Al Qaeda de 2003 a 2006 que teve como alvo condomínios de expatriados, embaixadas e instalações de petróleo.
Riad destruiu os principais núcleos da Al Qaeda na Arábia Saudita, mas alguns militantes fugiram para o vizinho Iêmen e se reorganizaram para formar uma ala regional baseado no Iêmen que visa, entre outras coisas, a queda da família real saudita.
A agência oficial de notícias SPA disse que casos de 2.215 pessoas haviam sido transferidos para um tribunal especial sobre terrorismo, citando uma declaração da promotoria
"Esta declaração mostra o progresso no envio dos detentos à Justiça", disse o porta-voz do Ministério Mansour al-Turki à televisão estatal.
Grupos independentes relataram violações dos direitos humanos no tratamento de supostos militantes na Arábia Saudita, uma acusação que o governo do país muçulmano rejeita.
Fonte:. http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,arabia-saudita-condena-5080-por-crimes-de-terrorismo,700927,0.htm
Concentração de Renda
Um dos métodos usados para se medir a concentração de renda é medir quanto o grupo formado pelos 10% mais ricos da população recebe em comparação ao grupo dos 10% mais pobres, conhecido como P90/P10 ou 10% mais ricos a 10% mais pobres. Outro índice muito conhecido é o Coeficiente de Gini.
Pelo critério P90/P10, o país com a menor concentração de renda do mundo é o Japão, a segunda maior potência econômica do planeta, com 4,23. O Japão tem um Coeficiente de Gini de 24,9 perdendo apenas para a Dinamarca, cujo coeficiente é de 24,7.
Dentre os países desenvolvidos, a maior concentração de renda está nos EUA 15,57, seguido pela França, com 9,1 (pelo critério P90/P10).
No Brasil a concentração de renda é tão intensa que o índice P90/P10 está em 68 (2001). Ou seja, para cada Dólar que os 10% mais pobres recebem, os 10% mais ricos recebem 68. O Brasil ganha apenas da Guatemala, Suazilândia, República Centro-Africana, Serra Leoa, Botsuana, Lesoto e Namíbia.
Segundo dados do Human Development Report (HDR) – Organização das Nações Unidas (ONU), de 2004, o Brasil apresenta historicamente uma desigualdade extrema, com índice de Gini próximo a 0,6. Este valor indica uma desigualdade brutal e rara no resto do mundo, já que poucos países apresentam índice de Gini superior a 0,5. Dos 127 países presentes no relatório, o Brasil apresenta o 8º pior índice de desigualdade do mundo, superando todos os países da América do Sul e ficando apenas à frente de sete países africanos.
No Brasil as classes dirigentes têm demonstrado não serem sensíveis às questões de distribuição de renda. Ainda não se deram conta dos graves prejuízos que a excessiva desigualdade na distribuição da renda nacional causa ao próprio desenvolvimento econômico de seu país, a longo prazo.
Muitos tentam colocar a questão em termos puramente ideológicos. Na realidade a má distribuição de renda em um país é sobretudo um parâmetro econômico e de sua melhoria - que é condição para se obter um mais acelerado crescimento econômico, - deveriam se preocupar os economistas brasileiros de todos os matizes "ideológicos", da "extrema esquerda" à "extrema direita".
A melhor prova disso é que até o Banco Mundial, órgão ligado ao FMI, faz gestões para sensibilizar as elites governantes dos países subdesenvolvidos para tentar engajá-las num esforço para melhorar a distribuição de renda nos países que dirigem:
Um comitê conjunto formado pelo Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI) conclamou os países em desenvolvimento, assim como os doadores, a acelerar os esforços com vistas a atingir as metas de redução de pobreza acordadas internacionalmente, até a data prevista de 2015.
Pelo menos no que se refere ao Brasil, tudo indica que tais esforços meritórios do Banco Mundial ainda não surtiram quaisquer resultados práticos.
Fonte: http://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-principais/64042-concentracao-de-renda.html
MST invade fazenda em SP e inicia "Abril Vermelho"
O gerente da propriedade, Alex Santos, foi acordado por funcionários e se dirigiu ao local. Ele conversou com Luciano de Lima, coordenador do MST na região, e acionou a Polícia Militar. A PM foi até o local e anotou as placas dos veículos.
De acordo com Lima, o movimento já pediu ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a vistoria da área que, segundo Lima, tem mais de mil hectares e seria improdutiva. O gerente garantiu que a propriedade é produtiva. "Isso quem vai atestar é o Incra, mas ocupamos justamente para mostrar para a sociedade que estamos vivos e de olho nas terras que não cumprem a função social", afirmou o líder sem-terra.
Lima faz parte do grupo do MST ligado a José Rainha Júnior. Ele disse que os sem-terra só deixam o local se houver ordem judicial. Um advogado de Zé Béttio esteve de manhã no destacamento da Polícia Militar para colher informações. Ele avisou que entrará com pedido de reintegração de posse na segunda-feira.
A expressão "Abril Vermelho" foi usada pelo líder nacional do MST, João Pedro Stédile, para designar as marchas e ocupações do movimento durante o mês de abril. Bandeiras, bonés e outros símbolos do MST têm essa cor. Neste mês, os sem-terra relembram o massacre de Eldorado dos Carajás, quando 19 militantes foram mortos pela Polícia Militar no dia 17 de abril de 1996, durante um despejo, no sul do Pará.
Concentração de Renda no Brasil
Quando falo dos objetivos sociais de grande relevância, aponto a educação de qualidade para as crianças (que vivem numa situação de grande abandono), saúde para todos, diminuição do modelo concentrador de renda (o estado brasileiro cobra impostos de todos, inclusive dos muitos pobres) e como sem falta, a alimentação do povo brasileiro, que por mais absurdo pareça, tem seres humanos que estão comendo restos de lixos e estes restos são detritos de seres humanos. É imoral e violento para um país que possui um desenvolvimento econômico por conta das exportações de alimentos, sendo apenas uma minoria, a elite, que desfruta desregradamente desses privilégios.
É válido ressaltar, que programas governamentais como bolsa família, contribuíram para a melhora no quadro de distribuição de renda do país e para um “conforto” à sociedade carente e desprivilegiada, entretanto, não chega a atingir ou beneficiar aqueles brasileiros que a situação de vida é a moradia na rua, a solidão e a miséria, como no caso daqueles que comem carne de gente, que recorrem a práticas canibais remotas de selvageria, dos nossos índios, se é que estes tinham necessidades de selvageria como aqueles têm.
O drama que o Brasil ainda passa com má distribuição de renda, deixando muitos brasileiros em condições precárias, é fato. No entanto, cabe a nós reivindicarmos e buscarmos soluções para a melhoria da nossa sociedade, com uma mutação ética para com a elite, dotada de privilégios, ou com ações governamentais que amenizem tamanha desigualdade social, ou prosseguiremos para um futuro de horror, onde a pobreza e práticas canibais apenas estarão em outra modernidade.
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/39303/1/-Concentracao-de-renda-e-Brasil/pagina1.html#ixzz1IT2Nt5lw
sábado, 2 de abril de 2011
MST
A crise no Egito afeta exportações brasileiras
A decisão ocorrue após 18 dias de violentos protestos de rua que deixaram mais de 300 mortos e 5 mil feridos. O movimento popular tem inspiração no levante que derrubou o presidente da vizinha Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, cujo governo se prolongava havia 23 anos. Além do Egito, os levantes no mundo árabe inspirados no exemplo da Tunísia se espalharam por Jordânia, Iêmen, Argélia, Mauritânia, Sudão e Omã.
Aos 82 anos, Mubarak já havia apresentado alguns problemas de saúde e, depois da pressão popular, admitiu que não seria candidato a um sexto mandato na eleição presidencial. A eleição está prevista para setembro deste ano.
Analistas acreditavam que ele iria tentar emplacar seu filho, Gamal Mubarak, como sucessor no comando do Partido Nacional Democrático (PND), o maior do país. Entretanto, Gamal e outras lideranças deixaram o partido., O secretário-geral do partido, Hossam Badrawi, renunciou ao cargo dizendo que o país em crise "precisa de novos partidos".
As turbulências no Egito levaram empresas brasileiras exportadoras de carne bovina a suspender ou a reduzir o ritmo de produção de cortes destinados àquele mercado. A decisão foi tomada porque os dustúrbios no país afetaram novos embarque do produto, segundo Antônio Camardelli, presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes (Abiec). O Egito importa 3 mil a 4 mil toneladas de carne bovina do Brasil por mês, informa a Abiec. Isso significa em, valores, entre US$ 10,8 milhões e US$ 14,4 milhões mensais, considerando um preço médio de US$ 3,621 por tonelada da carne brasileira exportada ao país no ano passado. Camardelli explicou que embarques de carne que já haviam sido feitos foram desviados para portos intermediários.
Concentraçao de renda
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Conselho de Segurança da ONU se reúne em Nova York para discutir ataque no Afeganistão
Segundo a BBC Brasil, manifestantes protestavam contra a queima do livro sagrado do Islã, o Alcorão, quando outros manifestantes se aproveitaram da oportunidade para invadir o centro de operações. O livro foi queimado, no dia 20 de março, por um pastor de uma igreja da Filadelfia, nos Estados Unidos. A agência de notícias britânica informa que tem informações de que oito funcionários da ONU morreram no ataque.
Mais de 35 milhões saíram da pobreza, mas concentração de renda persiste
RIO - Mais de 35 milhões de pessoas ultrapassaram a faixa da pobreza no Brasil nos últimos 40 anos. O milagre econômico da década de 70, o aumento do nível educacional, o fim da inflação, os programas de transferência de renda e a valorização do mínimo fizeram a parcela de pobres baixar dos inacreditáveis 68,4% da população em 1970, com 61,1 milhões de pobres, para 14,1% nos dias atuais. Mas esse número poderia ser bem menor se não fosse a persistência da verdadeira chaga da sociedade brasileira: a extrema desigualdade de renda.
O modelo de crescimento dos anos 70, patrocinado pelo governo militar, aumentou a concentração de renda, e a hiperinflação cobrou dos mais pobres um imposto alto. Resultado: no século XXI ainda estamos correndo atrás dos indicadores de igualdade da década de 60. O Índice de Gini (quanto mais perto de zero, mais igualitário é o país), um dos principais medidores de desigualdade, mostra isso. Em 2009, a taxa estava em 0,543, ainda acima do índice de 0,537 encontrado em 1960.
Em seu estudo sobre pobreza desde 1970, a economista Sonia Rocha, do Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade (Iets), mostra que o aumento da desigualdade na década pôde ser constatado pela distância entre a renda dos não-pobres e dos pobres. Em 1970, a renda dos mais ricos equivalia a 2,83 vezes a dos pobres. Em 1980 sobe para 5,2 vezes. "Se o crescimento da renda tivesse sido neutro do ponto de vista distributivo, teria sido possível obter uma redução ainda mais acentuada da pobreza", diz o estudo.
quinta-feira, 31 de março de 2011
postagem livre
Como se vestir no frio
Bem sei que o inverno na gringa já está chegando ao fim e que esse post devia ter ido ao ar há um tempão, mas quando me dá vontade de falar sobre algum assunto,não consigo segurar e deixar pra depois! hehe Foi mals o timming!
Quando viajei no começo desse ano, fiquei com muitas dúvidas quanto ao que levar na mala pra enfrentar o mega frio que ia pegar, principalmente na Holanda. Até já postei sobre o assunto, mas senti falta de detalhar melhor (e com mais funcionalidade!) como montar o look ideal pra ficar quentinha e aproveitar bem a viagem.
Como devo arrumar as malas em breve e provavelmente ainda pegarei temperaturas abaixo de zero, me empolguei pra atender os pedidos de email e montar esse mini guia – que serve pra sempre, é só salvar e ler quando for viajar (ou quando o inverno chegar de vez aí no Sul do Brasil!).
Começando logo com o pior: temperaturas entre uns -6°C e 3°C graus! Lógico que me baseei + – pelo frio que eu sinto (não sou tão friorenta não! hehe), mas acho que serve no geral. Qualquer coisa retira ou adiciona algum item aí! hehe
- TOP: Inicia a primeira camada com um sweater ou blusa quentinha (5), depois um cardigan mais poderoso (4) e finaliza com mega casacão (1).Como tem a chance de nevar e o frio tá poderoso, prefiro usar um desses bem gordões de nylon impermeável. De preferência forrado com pele fake pra ficar mais quente!
- BOTTOM: Compre uma daquelas leggings de esqui bem grossas e especiais pra frio (8) (a minha comprei na Scala!) e coloque como base. Por cima vale colocar outra meia ou ir direto pro jeans (3), se você for como eu e tiver agonia de ficar com muita coisa te apertando! hehehe
- NO PÉ: Foi mal ter que te dar essa má notícia, mas nesse caso a melhor opção é mesmo a temida Ugg (10) + meia grossa (7)! Forrada de pêlo por dentro e ultra confortável, esse tipo de bota deixa seu pezão quentinho e preparado para aquelas longas caminhadas que fazemos durante esse tipo de viagem. Fora que quando a neve derrete o piso fica escorregadio né? Esse tipo de bota já vem com solado de borracha antiderrapante, ninguém merece levar tombo!
- EXTRAS: Voce vai precisar proteger as extremidades, portanto não esqueça de botar um gorro (2) na bolsa caso suas orelhinhas comecem a congelar. Esses de pêlo tipo esquimó tão super em alta! Já as luvas (9) não esquentam tanto se forem só couro, melhor comprar uma “peluda” por dentro também viu? Ah! E o cachecol (6) é legal que seja bem grande, que aí da pra enrolar no pescoço e ainda cobrir a boca e o nariz caso o vento esteja uó!
educaçao no Brasil
origem: ! http://pt.shvoong.com
TERRORISMO
origem: http://pt.shvoong.com
TERRORISMO
origem: http://pt.shvoong.com
TERRORISMO
origem: http://pt.shvoong.com
TERRORISMO
origem: http://pt.shvoong.com
TERRORISMO
origem: http://pt.shvoong.com
TERRORISMO
origem: http://pt.shvoong.com
Os Estados Unidos têm investido pesado na visita do presidente Barack Obama ao Brasil, neste final de semana. E não é à toa. Há motivos financeiros, políticos e estratégicos em jogo. Obama desembarca neste sábado em Brasília para uma série de encontros com políticos e empresários, em especial com a presidente Dilma Rousseff. Comenta-se nos corredores do Palácio do Planalto que Dilma estava irritada com a ideia, que acabou cancelada, do líder americano discursar na Cinelândia, no Rio de Janeiro, no domingo.
Tudo bem que Obama goza de um amplo apoio mundial e foi justamente esse um dos fatores que levaram à eleição histórica do primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos. Mas, é de se estranhar que ele fale para um público tupiniquim que pouco entende de política americana e que parece estar mais interessado em todo o caráter “por star” de Barack Obama. A viagem dele ao país saiu das agendas políticas e corporativas para cair no gosto do povo em meio a uma campanha promovida no site da embaixada americana.
O Brasil parece realmente ser a bola da vez já que foi citado nos 4 discursos feitos pelo presidente americano este ano. Inclusive, ele citou a viagem em um artigo publicado no jornal USA Today. Segundo Obama, o crescimento da classe média brasileira e as recentes descobertas de petróleo por aqui são os enfoques da visita. Obviamente, que o governo brasileiro avisou que não irá perder a oportunidade de, mais uma vez, pedir o apoio dos Estados Unidos para conseguir um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Como não poderia deixar de ser, um amplo esquema de segurança já foi montado para receber o 9º presidente dos Estados Unidos a visitar o Brasil. Só no Rio foram envolvidos mais de 800 homens, além de helicópteros e tanques. Também haverá fechamento parcial do espaço aéreo pelos locais onde Obama, a esposa Michelle e as duas filhas irão passar.
CONCENTRAÇAO DE RENDA
Um dos métodos usados para se medir a concentração de renda é medir quanto o grupo formado pelos 10% mais ricos da população recebe em comparação ao grupo dos 10% mais pobres, conhecido como P90/P10 ou 10% mais ricos a 10% mais pobres. Outro índice muito conhecido é o Coeficiente de Gini.
Pelo critério P90/P10, o país com a menor concentração de renda do mundo é o Japão, a segunda maior potência econômica do planeta, com 4,23. O Japão tem um Coeficiente de Gini de 24,9 perdendo apenas para a Dinamarca, cujo coeficiente é de 24,7.
Dentre os países desenvolvidos, a maior concentração de renda está nos EUA 15,57, seguido pela França, com 9,1 (pelo critério P90/P10).
No Brasil a concentração de renda é tão intensa que o índice P90/P10 está em 68 (2001). Ou seja, para cada Dólar que os 10% mais pobres recebem, os 10% mais ricos recebem 68. O Brasil ganha apenas da Guatemala, Suazilândia, República Centro-Africana, Serra Leoa, Botsuana, Lesoto e Namíbia.
Segundo dados do Human Development Report (HDR) – Organização das Nações Unidas (ONU), de 2004, o Brasil apresenta historicamente uma desigualdade extrema, com índice de Gini próximo a 0,6. Este valor indica uma desigualdade brutal e rara no resto do mundo, já que poucos países apresentam índice de Gini superior a 0,5. Dos 127 países presentes no relatório, o Brasil apresenta o 8º pior índice de desigualdade do mundo, superando todos os países da América do Sul e ficando apenas à frente de sete países africanos.
No Brasil as classes dirigentes têm demonstrado não serem sensíveis às questões de distribuição de renda. Ainda não se deram conta dos graves prejuízos que a excessiva desigualdade na distribuição da renda nacional causa ao próprio desenvolvimento econômico de seu país, a longo prazo.
Muitos tentam colocar a questão em termos puramente ideológicos. Na realidade a má distribuição de renda em um país é sobretudo um parâmetro econômico e de sua melhoria - que é condição para se obter um mais acelerado crescimento econômico, - deveriam se preocupar os economistas brasileiros de todos os matizes "ideológicos", da "extrema esquerda" à "extrema direita".
A melhor prova disso é que até o Banco Mundial, órgão ligado ao FMI, faz gestões para sensibilizar as elites governantes dos países subdesenvolvidos para tentar engajá-las num esforço para melhorar a distribuição de renda nos países que dirigem:
Um comitê conjunto formado pelo Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI) conclamou os países em desenvolvimento, assim como os doadores, a acelerar os esforços com vistas a atingir as metas de redução de pobreza acordadas internacionalmente, até a data prevista de 2015.
Pelo menos no que se refere ao Brasil, tudo indica que tais esforços meritórios do Banco Mundial ainda não surtiram quaisquer resultados práticos.
movimento sem terra
O MST não só sobreviveu, como está crescendo a cada ano expandindo sua lutas e conquistas. Dando continuidade a um processo histórico de lutas populares e criando uma organização social sustentada na ligação direta com a realidade e norteada pela prática política dos seus princípios organizativos (como a direção coletiva, a disciplina, a vinculação com a base e o estudo).
Assim, durante sua trajetória, o Movimento que começou com uma luta dos trabalhadores rurais pela terra, percebeu que não basta democratizar a terra, é preciso resgatar a dignidade do camponês. Democratizar o capital, organizando as agroindústrias de forma cooperativada nas mãos dos agricultores. É preciso democratizar a educação como uma forma de levar a cidadania para a população do campo. Estas são as lutas e as conquistas do MST.
Existem mais de 500 associações de produção, comercialização e serviços; 49 Cooperativas de Produção Agropecuária (CPA), com 2299 famílias associadas; 32 Cooperativas de Prestação de Serviços com 11174 sócios diretos; duas Cooperativas Regionais de Comercialização e três Cooperativas de Crédito com 6521 associados.
EUA oferecem R$ 249 milhões para transição no Egito
- Tenho prazer em anunciar hoje que estamos reprogramando US$ 150 milhões destinados ao Egito, para nos colocarmos em posição de apoiar a transição nesse país e ajudar em sua recuperação econômica.
O Egito é um dos principais aliados americanos no mundo árabe. Por três décadas os EUA deram apoio ao regime autoritário de Hosni Mubarak, que não resistiu a 18 dias de protestos nas ruas, caindo no último dia 11.
Desde então, o país vem sendo governado por uma Junta Militar, que prometeu fazer uma transição democrática para o país.
Os EUA mantiveram uma posição dúbia durante a crise, apoiando Mubarak no início para depois criticar o líder egípcio e dar suporte aos protestos. O principal temor americano é que a Irmandade Muçulmana, principal grupo de oposição, assuma o poder, transformando o país numa república islâmica ao estilo do Irã.
Além de ser o guardião do Canal de Suez, por onde passa boa parte do comércio internacional, o Egito (ao lado da Jordânia) é um dos poucos países árabes a reconhecer o Estado de Israel, garantindo a estabilidade política no norte da África e no Oriente Médio.
Barack Obama promete ajuda na organização da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016
- Na medida em que o Brasil se prepara para receber a Copa e a Olimpíada, estamos assegurando que as empresas americanas tenham papel fundamental na troca de informações e tecnologia, além de participar na construção infraestrutura para os dois eventos.
O documento assinala que os norte-americanos, que organizaram a Copa em 1994 e os Jogos pela última vez em 1996, em Atlanta, fornecerão ao Brasil sua experiência nas áreas de planejamento, desenvolvimento estratégico, infraestrutura, segurança, apoio ao turismo e "projetos comerciais para benefício de toda a população em qualquer nível da sociedade, de forma ambientalmente sustentável".
A cooperação inclui visitas a cidades dos EUA que organizaram grandes eventos esportivos internacionais, a promoção das associações público-privadas, missões comerciais nos dois países e capacitação de mão de obra mediante programas como a aprendizagem da língua inglesa.
Segundo o memorando, tanto o Mundial quanto a Olimpíada representam "uma oportunidade para contribuir para o fortalecimento, a prosperidade e a diversidade da economia brasileira" e deixarão como legado "benefícios esportivos, sociais, culturais e educativos".
Nesse sentido, o documento assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e pelo embaixador americano no país, Thomas Shannon, afirma que esses eventos são também uma oportunidade para "promover a eliminação da discriminação racial e étnica, os avanços da mulher, a inclusão social e a sustentabilidade ambiental".
Barack ainda falou com bom humor a respeito da vitória do Rio de Janeiro no pleito para 2016 - na ocasião, a cidade de Chicago, base política de Obama, estava no páreo:
- O Brasil vai sediar importantes eventos esportivos e queremos participar. Mas ainda me dói e isso eu já falei antes, pois o Lula me venceu naquela disputa.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Saiba o que traz Barack Obama ao Brasil
Apesar de pedir muito, os EUA estariam oferecendo pouco. Duas principais demandas do lado brasileiro --apoio no Conselho de Segurança da ONU e à derrubada das tarifas ao álcool-- deverão ser frustradas nesta visita, como aponta os entrevistados do vídeo acima, que conta com a participação da colunista da Folha Eliane Cantanhêde, dos correspondentes do jornal nos EUA Álvaro Fagundes e Andrea Murta, do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.
O link do vídeo :http://www.youtube.com/watch?v=mx-gzD3pOZU&feature=player_embedded#at=36
Referência bibliográficashttp://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/890906-saiba-o-que-traz-barack-obama-ao-brasil.shtml



















