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domingo, 27 de março de 2011

Educação:

Professores e funcionários do estado podem parar por 24 horas em abril

Domingo, 27 de Março de 2011

Os professores e funcionários administrativos (agentes) da rede estadual do Paraná decidiram no último sábado (26), durante assembleia, promover uma paralisação por 24 horas, no dia 26 de abril. O movimento só ocorrerá, no entanto, se o governo do estado não atender às reivindicações da categoria, durante reunião prevista para o dia 8 do próximo mês, às 16 horas.

Nesse dia a APP, junto com o Fórum das Entidades Sindicais (FES), solicitou audiência com o governo do estado. Se na data não houver uma proposta concreta sobre a reposição da data-base, no dia 13 de abril serão promovidos debates nas escolas e aulas de 30 minutos. No dia 26, a categoria fará a paralisação.

Caso exista proposta para a correção salarial, no dia 26 acontecem debates sobre a Campanha Salarial, mas no dia 11 de maio os educadores paranaenses - e do restante do Brasil - param em defesa do Piso Salarial Profissional Nacional.

O lançamento da Campanha Salarial 2011 foi feito oficialmente, pelo secretário de Imprensa e Divulgação Luiz Carlos Paixão da Rocha, na Assembleia. Com o mote "Equiparação é dívida com a educação! 25,97% para professores(as) e funcionários(as) já!", a campanha apresenta, além da equiparação salarial, os itens centrais da pauta dos educadores.

São eles: Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), saúde dos educadores, cumprimento da data-base, reconhecimento de titulação das carreiras, concursos públicos, redução do número de alunos por turma e isenção previdenciária dos aposentados.

Os professores e funcionários presentes na Assembleia aprovaram a realização de debate nas escolas, sobre a Campanha, no dias 13 de abril. Se até a data não existir uma proposta concreta do governo sobre a reposição da data-base (1.º de maio), além do debate serão realizadas aulas de 30 minutos.

Fonte: nota10.com.br

Um comentário:

  1. Professores da rede particular de Belo Horizonte e região metropolitana, que envolve cerca de duas mil instituições, paralisaram atividades nesta sexta-feira (26). Em uma das maiores escolas da capital mineira, aproximadamente mil alunos ficaram sem aulas.

    Na parte da manhã, os docentes se reuniram em assembleia para discutir propostas do sindicato das instituições particulares, entre elas o reajuste de 4,36% nos salários. Porém, os professores querem aumento de 5,25%.

    Outra reunião está marcada para o dia 5 de abril, de acordo com o sindicato das escolas. Na segunda-feira (29), haverá aulas normalmente, informou o órgão.

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